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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Protesto contra Gilmar Mendes quebra rotina no centro de CG

Protesto contra Gilmar Mendes quebra rotina no centro de CG

13 13UTC Agosto 13UTC 2009
Land é cercado por estudantes no Decom da UEPB (Foto: Dalmo Oliveira)

Land é cercado por estudantes no Decom da UEPB (Foto: Dalmo Oliveira)

Estudantes de jornalismo e alguns secundaristas, jornalistas profissionais, professores de Jornalismo, sindicalistas e outros ativistas realizaram nesta quinta, na cidade de Campina Grande (PB), mais um protesto repudiando a decisão do Supremo Tribunal Federal em extinguir a exigência de diploma superior em Jornalismo para o exercício desta profissão no Brasil. O alvo central dos protestos foi o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Em passeata os manifestantes cruzaram as principais ruas do centro da cidade, saindo da Faculdade de Jornalismo da UEPB, no Bairro São José, até a Praça da Bandeira, o tradicional ponto de manifestações públicas de Campina Grande.

Alguns manifestantes usavam colete preto com a frase “Fora Gilmar. Diploma já!”, slogan dos protestos na Paraíba. O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba, Land Seixas, distribuiu apitos, nariz de palhaço e panfletos com parte das pessoas que aderiram ao protesto. A organização do evento distribuiu também colheres de pau e tinta nas cores verde e amarelo para marcar o rosto da estudantada, como num re-makedos prostestos de rua que consagraram o movimento ”cara-pintadas”, no episódio do impeachmment do ex-presidente Collor de Melo.

O protesto foi encerrado por volta do meio dia e meia, depois que alguns oradores fizeram discursos num trio elétrico. Bandeiras da CUT, CTB e MST puderam ser vistas no protesto, que contou ainda com apoio de sindicatos locais.

“No Brasil existem aproximadamente 80 mil jornalistas que se dedicam a informar toda a população de maneira ética e profissional. Já os empresários fazem de tudo para que só a opinião de sua classe prevaleça para formar a opinião pública”, diz trecho do panfleto distribuído pelos organizadores do protesto.

mais informações: http://diplomaja.wordpress.com

Manifestação se inspirou nos "cara-pintadas" que derrubou Collor (Foto: Dalmo Oliveira)

Manifestação se inspirou nos "cara-pintadas" que derrubou Collor (Foto: Dalmo Oliveira)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Fotógrafa do Jornal O Norte é agredida durante cobertura jornalística


Sexta, 17 de Julho de 2009 16h38

Da Redação do JORNALONORTE.COM. BR

A fotógrafa Fabyana Mota, do Jornal O Norte, foi agredida por um agente penitenciário no PB 1, presídio de segurança máxima da Capital, quando tentava fazer imagens do acusado da chacina do Rangel após depoimento prestado por ele para apurar denúncias de tortura no presídio do Roger.

Acusado de chacina presta depoimento sobre tortura no presídio do Roger.

Segundo Fabyana, ela tentou tirar fotografias do acusado, Carlos José dos Santos, quando ele estava saindo da sala onde estava prestando depoimento. Quando pegou o equipamento para fazer as imagens, um dos agentes penitenciários que estava acompanhando Carlos José, a segurou e empurrou a câmera machucando o nariz da repórter fotográfica.

“Ele disse que não podia fazer imagens, me segurou e empurrou a câmera contra meu rosto. Isto revela o despreparo do agente penitenciário. É inadmissível um agente do Estado agredir uma pessoa da imprensa. Fui agredida porque ele não queria que eu tirasse fotos do acusado”, disse a Fabyana.

Carlos José dos Santos, autor da chacina que provocou a morte de cinco pessoas da mesma família, prestou depoimento no presídio PB1 nesta sexta-feira para a Comissão de Sindicância que apura denúncias de tortura praticada por supostos agentes penitenciários contra o acusado.


fonte: http://www.onorte.com.br/noticia/103143.html